segunda-feira, 13 de julho de 2026

O Congresso Mundial de Arquitetos da UIA (União Internacional de Arquitetos) 2026







 

O Congresso Mundial de Arquitetos da UIA (União Internacional de Arquitetos) 2026 foi realizado em Barcelona, Espanha, de 28 de junho a 2 de julho. Com o tema "Becoming. Architectures for a Planet in Transition", (Arquiteturas para um Planeta em Transição) o evento reuniu mais de 10 mil profissionais e 250 palestrantes para debater sustentabilidade, alterações climáticas e urbanismo.

O congresso teve sua programação distribuída por locais icônicos de Barcelona, como:

 - CCIB  Centro de Convenções Internacional de Barcelona.

-Três Chaminés   antiga Central Térmica de Badalona-Sant Adrià,

 -DHUB  Um centro cultural multifuncional e museu (abriga o Museu do Design de Barcelona) dedicado a quatro vertentes: design de produto, de informação, de moda e de espaço (arquitetura).

- Castelo de Montjuïc. é uma impressionante fortaleza militar histórica localizada no topo da montanha de Montjuïc, a 173 metros acima do nível do mar.

 

Os painéis exploraram soluções para o esgotamento do modelo de construção tradicional, focando em arquitetura circular, habitação social e adaptação climática. A cidade, que também ostentou o título de Capital Mundial da Arquitetura da UNESCO, abrigou workshops, exposições e roteiros arquitetônicos pela região metropolitana.

  1.  TORNANDO-SE ALÉM DO HUMANO: Como podemos estimular maior conscientização e ação para cuidar da coexistência planetária entre humanos e não humanos?
  2. SINTONIZANDO: Que formas de significado, ética e estética podemos incorporar em nossa prática profissional diária?
  3. TORNANDO-SE CORPORAL: Como podemos incorporar nossos valores e desejos na transição da matéria para a beleza construtiva?
  4. TORNANDO-SE INTERDEPENDENTES: Como podemos incluir o conflito, a empatia, a solidariedade e o cuidado como fatores-chave para melhorar as relações interpessoais e cívicas?
  5. TORNANDO-SE HIPERCONSCIENTE: Que ferramentas e ações devemos utilizar para nos tornarmos hiperconscientes do nosso ambiente e catalisar mudanças no nosso modo de vida?
  6. TORNANDO-SE CIRCULAR: Como serão a produção e a reprodução territorial, levando em consideração as políticas pós-extrativistas e de proximidade da circularidade?

 

O IAB e a Prefeitura do Rio de Janeiro montaram um estande no Disseny Hub Barcelona para reforçar a campanha da cidade carioca para sediar para sediar o 5º Fórum Internacional da União Internacional dos Arquitetos (UIA), em 2028.  A cidade brasileira, foi eleita por aclamação, propôs um debate global sobre arquitetura, urbanismo e turismo sustentáveis.

Cases Nacionais em Destaque:

- Projetos de urbanização do Brasil, a exemplo do Programa Nova Paraisópolis (São Paulo), foram apresentados como referências internacionais em planejamento e urbanismo integrado.

 A cerimônia de encerramento, realizada em 2 de julho no CCIB, contou com a leitura da Declaração de Barcelona pela presidente da CSCAE, Marta Vall-llossera — um manifesto construído em torno de seis posições que refletem os eixos temáticos do Congresso, concebido como um roteiro para a profissão e um guia para os órgãos de trabalho da UIA antes do Congresso de 2029. Entre suas declarações, o texto afirma a habitação como um direito, e não como um retorno sobre o investimento, e convoca a profissão a ir além de uma visão antropocêntrica do mundo. A cerimônia encerrou com a entrega simbólica da bandeira da UIA a Pequim, a próxima cidade-sede do Congresso Mundial de Arquitetos da UIA em 2029.

Após as sessões do Congresso, a Assembleia Geral da UIA reuniu-se no Disseny Hub Barcelona (DHub), onde a UIA adotou as diretrizes e o quadro de governança para o mandato de 2026-2029, além de eleger o novo Conselho que liderará a União durante o próximo triênio.

A nova liderança eleita é a seguinte:

Presidente : ZHANG LI  (China)

Secretária Geral : TEREZA  TÁBOAS VELEIRO (Espanha)

Tesoureiro : Marco VERGARA VÁZQUEZ (México)

O Arquiteto e Urbanista e Conselheiro Vitalício do IAB NIVALDO ANDRADE   (Brasil)   Vice-Presidente da União Internacional de Arquitetos para a Região III.

A delegação de MS foi composta de 8 arquitetos e urbanistas do IAB/MS dentre eles:

Carlos Lucas Mali: Conselheiro do COSU, delegado da UIA, os delegados são os representantes oficiais nomeados pelas seções-membro de cada país (como o IAB no Brasil) para compor a Assembleia Geral e votar resoluções. Eles se reúnem em Congressos Mundiais para eleger a diretoria e orientar políticas globais.

Olinda Beatriz Meneghini: presidente do IAB MS e vice-presidente da região Centro-Oeste

Rubens Pires dos Santos: vice-presidente e conselheiros do COSU

Vera Cristina Galvão Bacchi: Conselheira do COSU -IAB MS  

Adriana Tannus: tesoureira do IAB MS e Conselheira do COSU

Luciana Ribeiro da Silva Abrão:  Conselheira do Conselho Fiscal IAB MS 

Neila Janes Viana IAB MS 

Fárida Myrani de Mira  IAB SC 




 










 


sábado, 20 de junho de 2026

Comemoração do 51 anos de criação do IAB MS.




51 anos do Instituto dos Arquitetos do Brasil!


✨ Foi um evento cheio de energia, criatividade e, claro, muita inspiração. Arquitetos do nosso MS se reuniram para comemorar conquistas passadas e discutir o futuro da arquitetura no Brasil.
Além de celebrar, o encontro foi uma oportunidade para reforçar temas essenciais como a boa arquitetura e urbanismo, responsabilidade social e o crescimento sustentável das cidades. Destacamos também a importância de construir uma cidade mais humana, onde cada projeto é pensado para beneficiar a comunidade e o meio ambiente.
Um brinde aos profissionais que transformam nossos espaços e nossas vidas! 🥂 Que venham muitos mais anos de sucesso e inovação! #IAB51Anos #Arquitetura #CrescimentoSustentável #CidadeHumana #ResponsabilidadeSocial


sábado, 13 de junho de 2026

Direção nacional aprovada no COSU 182º de 16 a 18 de abril de 2026

 

Direção nacional



Direção nacional

sexta-feira, 29 de maio de 2026

Políticas afirmativas- Lançamento do Projeto de pesquisa "As Primeiras arquitetas e urbanistas de MS"

   Lançamento  do Projeto de pesquisa "As Primeiras arquitetas e urbanistas de MS"
 

Em 2019, como resultado das relações institucionais entre o CAU Brasil e a ONU Mulheres, foi criada a Comissão Temporária para Equidade de Gênero e Raça, aderindo aos princípios de Empoderamento das Mulheres da ONU Mulheres e Pacto Global.

NADIA SOMECK era a  Conselheira Federal  e criou a  comissão  no CAU BR e foi seguida pelos CAUS UFS.

2020 O CAU BRASIL divulgou uma  pesquisa que identificou que 82% das mulheres   opinaram que o Conselho deve promover a igualdade de gênero, enquanto entre os homens entrevistados essa porcentagem foi de apenas 65%.  

 A pesquisa mostrou, ainda, que as arquitetas e urbanistas mulheres ganham menos que os arquitetos homens e, no caso das arquitetas que se identificaram como negras, recebem ainda menos. As mulheres são a maioria das que estão desempregadas.

2021   Foi criada a  Comissão Temporária  para EQUIDADE DE GÊNERO E RAÇA  no CAU MS, coordenada  pela  Conselheira estadual Neila Janes Vieira.

Em 2022,  a comissão coordenada por Olinda Beatriz Meneghini, realizou 1º diagnostico  para mapear a situação no estado. Os resultados não foram diferentes dos aferidos pelo CAU/BR,

 Destes diagnósticos surgiram algumas sugestões de ações para a futuro do Conselho de arquitetura e urbanismo

                  ·       Incentivo à Representatividade no Conselho de arquitetura:

·       Incentivo à formulação de editais de concursos e contratações públicas com incentivo às mulheres

·       Canais de Denúncia Seguros:

·       Letramento Institucional: Campanhas educativas

·       Reparação histórica e divulgação do trabalho de mulheres na arquitetura e urbanismo

             O IAB/MS  em parceria com o CAU MS tem realizado ações para atingir estes objetivos:

Dentre eles:

2023 - a Comissão para Equidade de Gênero do CAU/MS,  realizou uma palestra com um Promotor de Justiça de MS, mostrando os direitos das mulheres perante a legislação e a coordenação  de comunicação, lançou uma aba exclusiva no site oficial do Conselho. Intitulada "Equidade de Gênero e Raça", a página centraliza legislações de proteção às mulheres nos âmbitos nacional, estadual e municipal.

 2025 -  Em parceria do IAB MS e Conselho de arquitetura  foi realizada uma exposição sobre a trajetória de Carmen Portinho. Nascida em Corumbá, ela se destacou historicamente como a terceira engenheira civil do país e a primeira mulher a obter o título de urbanista no Brasil.

 2025 -  o IAB MS foi contemplado pelo Edital de Patrocínio do Conselho de arquitetura e urbanismo para a realização de uma pesquisa e a impressão de um livro sobre a trajetória das primeiras mulheres arquitetas e urbanistas de Mato Grosso do Sul.

 

 

 

 

 

 

 

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Lançamento do projeto de pesquisa AS PRIMEIRAS ARQUITETAS E URBANISTAS DE MS







                             Escrita de biografia coletiva das Pioneiras da Arquitetura e do Urbanismo em Mato Grosso do Sul, com base na pesquisa que será realizada,                            contemplada pelo Edital de Patrocínio N.º 001/2025 do CAU/MS, culminando na edição e impressão da obra em livro ilustrado.  

      Composição de inventário histórico, atualizado e que dê conta do recorte de gênero a respeito do exercício profissional da Arquitetura e do Urbanismo em Mato Grosso do Sul, região cujas áreas urbanas poucas vezes são motivos de atenção e registros como costuma ser a sua área rural. Busca-se o nexo entre a realidade do presente das cidades, da atuação profissional de mulheres e seu desenvolvimento ao longo dos 46 anos da criação desta unidade federativa, assegurando lugar de fala a estas profissionais em resposta a uma urgência da contemporaneidade expressa pela sociedade, pelo mercado, pelas instituições de governança, de formação e pesquisa e por novas gerações de arquitetos e urbanistas. Esta obra igualmente estará a serviço de particulares ou organizações que poderão utilizar o material resultante como base para a elaboração de seus estudos ou de novas propostas. Na fase da pesquisa, já contemplada por edital do CAU/MS, iniciada em outubro de 2025, para além do recorte de gênero, pretendemos apurar a presença de profissionais negras, indígenas, asiáticas, enfim, não brancas, no contexto histórico do ensino, da produção de pensamento, das entidades públicas e/ou governamentais e do mercado da Arquitetura e do Urbanismo sul mato-grossenses.

                                  FOTOS DO EVENTO

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

NOTA PÚBLICA SOBRE A TRAJETÓRIA E A LEGITIMIDADE DO IAB À FRENTE DA BIENAL INTERNACIONAL DE ARQUITETURA DE SÃO PAULO.



Com mais de 50 anos de história a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo (BIAsp) tem sua origem na I Exposição Internacional de Arquitetura, organizada em 1951 por arquitetos do IABsp.O Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) vem a público manifestar que não é o responsável por novos eventos recentemente lançados que se utilizam do termo correlato ao tradicional e reconhecido evento promovido pelo Instituto de Arquitetos do Brasil, a “Bienal Internacional de Arquitetura”.

Entre 18 de setembro e 19 de outubro o IAB, por meio do Departamento de São Paulo, realizou a 14ª edição da Bienal Internacional de Arquitetura, este ano com o título “Extremos: arquiteturas para um mundo quente”, na Oca, Parque do Ibirapuera, na capital paulista.

É recente e de divulgação posterior outra “bienal de arquitetura”, de promoção privada, que vem gerando questionamentos ao Instituto. Diante disso, o IAB vem a público reafirmar seu papel histórico como organizador e legítimo detentor desse patrimônio cultural, consolidado há mais de cinco décadas.

Com 104 anos de existência, enquanto entidade profissional reconhecidamente de interesse público, o IAB promove, desde sua fundação, inúmeros eventos e iniciativas voltados à valorização da arquitetura e da produção dos arquitetos, sendo amplamente reconhecido pela sociedade brasileira e internacionalmente como referência na reflexão sobre a cultura arquitetônica e os desafios urbanos do país e do mundo.

Uma trajetória de mais de 50 anos

A Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo (BIAsp) tem sua origem na I Exposição Internacional de Arquitetura, organizada em 1951 por arquitetos do IABsp no contexto da I Bienal de Artes Plásticas, realizada no espaço do Pavilhão do Trianon. A presença da arquitetura nas Bienais de Arte intensificou-se nas décadas seguintes, culminando, em 1971, na assinatura de um protocolo entre o IAB, a Fundação Bienal de São Paulo e o Banco Nacional da Habitação (BNH), para a criação de um evento próprio. Assim, em 1973, sob a liderança do IABsp, realizou-se a I Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, no Pavilhão das Bienais (Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Parque Ibirapuera), com curadoria de Oswaldo Corrêa Gonçalves, homenageando Lúcio Costa, Vilanova Artigas, Joaquim Cardozo, Flávio de Carvalho e Roberto Burle Marx, e reunindo representações de mais de vinte países.

Após um intervalo de duas décadas, a 2ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo (1993) retomou o evento e voltou ao Parque Ibirapuera, com o tema “Arquitetura, Cidade e Natureza”, tendo Oscar Niemeyer como homenageado e reafirmando o papel da Bienal como espaço de reflexão sobre as relações entre o ambiente construído e o meio natural. A partir daí, a Bienal consolidou-se como fórum público, internacional e crítico da arquitetura brasileira.

Assim como a 1ª (1973) e a 2ª (1993), as edições seguintes – da 3ª (1997) à 8ª (2009) – também foram realizadas no Pavilhão das Bienais Ciccillo Matarazzo, no Parque Ibirapuera, marcando um novo ciclo de amadurecimento conceitual e, institucional, bem como a internacionalização do evento. Cada uma delas ampliou o debate sobre o papel social e cultural da arquitetura: a 3ª edição (1997) discutiu a urbanização e a desumanização das metrópoles; a 4ª (1999) abordou arquitetura e cidadania, com ampla programação voltada ao público; a 5ª (2003) tratou a metrópole como síntese das transformações contemporâneas; a 6ª (2005) explorou realidade, arquitetura e utopia; a 7ª (2007) contrapôs o público e o privado; e a 8ª (2009), sob o tema “Ecos Urbanos”, introduziu os debates sobre sustentabilidade e requalificação urbana. Essas edições consolidaram a Bienal como um dos principais espaços internacionais de crítica e experimentação sobre o futuro das cidades.

A 9ª BIAsp (2011) inaugurou uma nova fase, também no Parque Ibirapuera, no Pavilhão da Oca, com o tema “Arquitetura para Todos: Construindo Cidadania”, reafirmando a dimensão educativa e participativa do evento.

Nas edições seguintes – 10ª (2013), 11ª (2017), 12ª (2019) e 13ª (2022) -, a Bienal espalhou-se pela cidade de São Paulo, experimentando novos formatos e territórios. A 10ª edição (2013), “Cidade: Modo de Fazer e Modo de Usar”, ocupou múltiplos espaços como o Centro Cultural São Paulo, SESC Pompeia, o MASP, Museu da Casa Brasileira e o Minhocão, promovendo um debate sobre mobilidade, densidade e espaço público. A 11ª (2017), “Em Projeto”, transformou a cidade em um laboratório vivo, com mais de 80 ações em espaços coletivos como a Praça das Artes, Vila Itororó e Casa do Povo, aproximando arquitetura, urbanismo e movimentos ativistas. A 12ª (2019), “Todo Dia”, destacou o cotidiano como campo de invenção e resistência, reforçando o diálogo entre práticas arquitetônicas e experiências urbanas. Por sua vez, a 13ª Bienal (2022), “Travessias”, realizada no Centro Cultural São Paulo e no SESC Avenida Paulista, retomou o enfoque social e cultural da arquitetura, articulando corpos, territórios e memórias e reconhecendo práticas coletivas, ancestrais e insurgentes.

Por fim, a mais recente, a 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo (2025), com o tema “Extremos: Arquiteturas para um Mundo Quente”, retornou à centralidade expositiva e ao Parque Ibirapuera, sendo realizada novamente no Pavilhão da Oca, e enfrentou de forma contundente os desafios de um tema fundamental, que é o enfrentamento, pelo campo da arquitetura, urbanismo e paisagismo, da crise climática global. A edição estruturou-se em cinco eixos temáticos – preservar as florestas e reflorestar as cidades; conviver com as águas; reformar mais e construir verde; circular e acessar juntos; e garantir a justiça climática – e contou com 45 mil visitantes presenciais, 200 projetos expostos e mais de 10 milhões de visualizações nas redes online, reafirmando a Bienal como plataforma pública, democrática e internacional de reflexão sobre o futuro da arquitetura e do urbanismo.

O acervo histórico da Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, que reúne mais de meio século de produção arquitetônica e curatorial, está disponível para consulta pública no portal oficial do IABsp (iabsp.org.br/bienal). O material inclui registros de todas as edições, catálogos, imagens e documentos institucionais que narram a trajetória do evento desde 1973. Parte desse conteúdo também está documentada em publicações de referência, como IAB/SP 80 anos: Falando em Público (IABsp, 2024); Arquitetura em Retrospectiva: 10 Bienais de São Paulo, de Elisabete França (Queen Books, 2018); e IAB 1921-2021 (Rio Books, 2022), obra lançada por ocasião do centenário do Instituto de Arquitetos do Brasil.

Um patrimônio público e democrático

A Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo atravessou a ditadura, a redemocratização e o século XXI mantendo-se pública, aberta à sociedade e comprometida com o acesso democrático à arquitetura e ao urbanismo. Ao longo de sua trajetória, consolidou-se como espaço de reflexão, crítica e experimentação, voltado a debater as agendas contemporâneas e a aproximar a sociedade dos temas que moldam nossas cidades.

O pioneirismo do IAB na criação de um espaço internacional voltado exclusivamente à arquitetura inspirou iniciativas semelhantes em outros países. A própria Bienal de Arquitetura de Veneza, hoje uma das mais prestigiadas do mundo, foi estruturada posteriormente a partir de experiências como a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo de 1973, reafirmando o papel do Brasil como pioneiro e referência internacional na promoção de fóruns de debate sobre arquitetura e urbanismo.

Mais do que uma mostra de projetos, a Bienal de Arquitetura tradicionalmente propõe diálogo, crítica e participação, reafirmando-se como fórum aberto à diversidade, à escuta e à construção coletiva de conhecimento. Iniciativas que não se orientem por essa compreensão – a de um evento curatorial, público e propositivo – configuram formatos de natureza distinta, voltados a propósitos diferentes do interesse público e cultural que fundamenta o que se entende por uma Bienal.

Baixe a nota na íntegra aqui!

Lançamento do Livro LADEIRA DO PORTO ACIMA

  LANÇAMENTO ... Filho de Corumbá resgata em livro a arquitetura moderna e a memória de sua terra natal “ Ladeira do Porto Acima… ” reún...