Em 2019, como resultado das
relações institucionais entre o CAU Brasil e a ONU Mulheres, foi criada a
Comissão Temporária para Equidade de Gênero e Raça, aderindo aos princípios de Empoderamento
das Mulheres da ONU Mulheres e Pacto Global.
NADIA SOMECK ERA A CONSELHEIRA FEDERAL E CRIOU A COMISSÃO NO CAU BR e foi SEGUIDA PELOS CAUS UFS.
2020 O CAU BRASIL DIVULGOU A pesquisa que identificou
que 82% das mulheres opinaram que o Conselho deve promover a
igualdade de gênero, enquanto entre os homens entrevistados essa porcentagem
foi de apenas 65%.
A pesquisa mostrou, ainda, que as arquitetas e urbanistas mulheres ganham menos que os arquitetos homens e, no caso das arquitetas que se identificaram como negras, recebem ainda menos. As mulheres são a maioria das que estão desempregadas.
2021 O foi criada a COMISSÃO PARA EQUIDADE DE GÊNERO E RAÇA coordenada pela CONSELHEIRA Neila Janes
2022,
o CAU MS desta comissão
coordenada por Olinda Beatriz Meneghini, realizou em diagnostico para mapear a situação no estado. Os
resultados não foram diferentes dos aferidos pelo CAU/BR,
Destes diagnósticos surgiram algumas sugestões de ações para a futuro do Conselho de arquitetura e urbanismo
· Incentivo à Representatividade no Conselho de arquitetura
· Incentivo à formulação de editais de concursos e
contratações públicas com incentivo às mulheres
· Canais
de Denúncia Seguros:
· Letramento
Institucional: Campanhas
educativas
·
Reparação histórica e divulgação do
trabalho de mulheres na arquitetura e urbanismo
O IAB/MS
em parceria com o CAU MS tem realizado
ações para atingir estes objetivos
Dentre
eles:
2023, a Comissão para Equidade de Gênero do CAU/MS, em parceria com a assessoria de comunicação, lançou uma aba exclusiva no site oficial do Conselho. Intitulada "Equidade de Gênero e Raça", a página centraliza legislações de proteção às mulheres nos âmbitos nacional, estadual e municipal.
2025, Em parceria do IAB MS e Conselho de arquitetura foi realizada uma exposição sobre a trajetória de Carmen Portinho. Nascida em Corumbá, ela se destacou historicamente como a terceira engenheira civil do país e a primeira mulher a obter o título de urbanista no Brasil.
2025, o IAB MS foi contemplado pelo Edital de
Patrocínio do Conselho de arquitetura e urbanismo para a realização de uma
pesquisa e a impressão de um livro sobre a trajetória das primeiras mulheres
arquitetas e urbanistas de Mato Grosso do Sul.
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