segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

NOTA PÚBLICA SOBRE A TRAJETÓRIA E A LEGITIMIDADE DO IAB À FRENTE DA BIENAL INTERNACIONAL DE ARQUITETURA DE SÃO PAULO.



Com mais de 50 anos de história a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo (BIAsp) tem sua origem na I Exposição Internacional de Arquitetura, organizada em 1951 por arquitetos do IABsp.O Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) vem a público manifestar que não é o responsável por novos eventos recentemente lançados que se utilizam do termo correlato ao tradicional e reconhecido evento promovido pelo Instituto de Arquitetos do Brasil, a “Bienal Internacional de Arquitetura”.

Entre 18 de setembro e 19 de outubro o IAB, por meio do Departamento de São Paulo, realizou a 14ª edição da Bienal Internacional de Arquitetura, este ano com o título “Extremos: arquiteturas para um mundo quente”, na Oca, Parque do Ibirapuera, na capital paulista.

É recente e de divulgação posterior outra “bienal de arquitetura”, de promoção privada, que vem gerando questionamentos ao Instituto. Diante disso, o IAB vem a público reafirmar seu papel histórico como organizador e legítimo detentor desse patrimônio cultural, consolidado há mais de cinco décadas.

Com 104 anos de existência, enquanto entidade profissional reconhecidamente de interesse público, o IAB promove, desde sua fundação, inúmeros eventos e iniciativas voltados à valorização da arquitetura e da produção dos arquitetos, sendo amplamente reconhecido pela sociedade brasileira e internacionalmente como referência na reflexão sobre a cultura arquitetônica e os desafios urbanos do país e do mundo.

Uma trajetória de mais de 50 anos

A Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo (BIAsp) tem sua origem na I Exposição Internacional de Arquitetura, organizada em 1951 por arquitetos do IABsp no contexto da I Bienal de Artes Plásticas, realizada no espaço do Pavilhão do Trianon. A presença da arquitetura nas Bienais de Arte intensificou-se nas décadas seguintes, culminando, em 1971, na assinatura de um protocolo entre o IAB, a Fundação Bienal de São Paulo e o Banco Nacional da Habitação (BNH), para a criação de um evento próprio. Assim, em 1973, sob a liderança do IABsp, realizou-se a I Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, no Pavilhão das Bienais (Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Parque Ibirapuera), com curadoria de Oswaldo Corrêa Gonçalves, homenageando Lúcio Costa, Vilanova Artigas, Joaquim Cardozo, Flávio de Carvalho e Roberto Burle Marx, e reunindo representações de mais de vinte países.

Após um intervalo de duas décadas, a 2ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo (1993) retomou o evento e voltou ao Parque Ibirapuera, com o tema “Arquitetura, Cidade e Natureza”, tendo Oscar Niemeyer como homenageado e reafirmando o papel da Bienal como espaço de reflexão sobre as relações entre o ambiente construído e o meio natural. A partir daí, a Bienal consolidou-se como fórum público, internacional e crítico da arquitetura brasileira.

Assim como a 1ª (1973) e a 2ª (1993), as edições seguintes – da 3ª (1997) à 8ª (2009) – também foram realizadas no Pavilhão das Bienais Ciccillo Matarazzo, no Parque Ibirapuera, marcando um novo ciclo de amadurecimento conceitual e, institucional, bem como a internacionalização do evento. Cada uma delas ampliou o debate sobre o papel social e cultural da arquitetura: a 3ª edição (1997) discutiu a urbanização e a desumanização das metrópoles; a 4ª (1999) abordou arquitetura e cidadania, com ampla programação voltada ao público; a 5ª (2003) tratou a metrópole como síntese das transformações contemporâneas; a 6ª (2005) explorou realidade, arquitetura e utopia; a 7ª (2007) contrapôs o público e o privado; e a 8ª (2009), sob o tema “Ecos Urbanos”, introduziu os debates sobre sustentabilidade e requalificação urbana. Essas edições consolidaram a Bienal como um dos principais espaços internacionais de crítica e experimentação sobre o futuro das cidades.

A 9ª BIAsp (2011) inaugurou uma nova fase, também no Parque Ibirapuera, no Pavilhão da Oca, com o tema “Arquitetura para Todos: Construindo Cidadania”, reafirmando a dimensão educativa e participativa do evento.

Nas edições seguintes – 10ª (2013), 11ª (2017), 12ª (2019) e 13ª (2022) -, a Bienal espalhou-se pela cidade de São Paulo, experimentando novos formatos e territórios. A 10ª edição (2013), “Cidade: Modo de Fazer e Modo de Usar”, ocupou múltiplos espaços como o Centro Cultural São Paulo, SESC Pompeia, o MASP, Museu da Casa Brasileira e o Minhocão, promovendo um debate sobre mobilidade, densidade e espaço público. A 11ª (2017), “Em Projeto”, transformou a cidade em um laboratório vivo, com mais de 80 ações em espaços coletivos como a Praça das Artes, Vila Itororó e Casa do Povo, aproximando arquitetura, urbanismo e movimentos ativistas. A 12ª (2019), “Todo Dia”, destacou o cotidiano como campo de invenção e resistência, reforçando o diálogo entre práticas arquitetônicas e experiências urbanas. Por sua vez, a 13ª Bienal (2022), “Travessias”, realizada no Centro Cultural São Paulo e no SESC Avenida Paulista, retomou o enfoque social e cultural da arquitetura, articulando corpos, territórios e memórias e reconhecendo práticas coletivas, ancestrais e insurgentes.

Por fim, a mais recente, a 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo (2025), com o tema “Extremos: Arquiteturas para um Mundo Quente”, retornou à centralidade expositiva e ao Parque Ibirapuera, sendo realizada novamente no Pavilhão da Oca, e enfrentou de forma contundente os desafios de um tema fundamental, que é o enfrentamento, pelo campo da arquitetura, urbanismo e paisagismo, da crise climática global. A edição estruturou-se em cinco eixos temáticos – preservar as florestas e reflorestar as cidades; conviver com as águas; reformar mais e construir verde; circular e acessar juntos; e garantir a justiça climática – e contou com 45 mil visitantes presenciais, 200 projetos expostos e mais de 10 milhões de visualizações nas redes online, reafirmando a Bienal como plataforma pública, democrática e internacional de reflexão sobre o futuro da arquitetura e do urbanismo.

O acervo histórico da Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, que reúne mais de meio século de produção arquitetônica e curatorial, está disponível para consulta pública no portal oficial do IABsp (iabsp.org.br/bienal). O material inclui registros de todas as edições, catálogos, imagens e documentos institucionais que narram a trajetória do evento desde 1973. Parte desse conteúdo também está documentada em publicações de referência, como IAB/SP 80 anos: Falando em Público (IABsp, 2024); Arquitetura em Retrospectiva: 10 Bienais de São Paulo, de Elisabete França (Queen Books, 2018); e IAB 1921-2021 (Rio Books, 2022), obra lançada por ocasião do centenário do Instituto de Arquitetos do Brasil.

Um patrimônio público e democrático

A Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo atravessou a ditadura, a redemocratização e o século XXI mantendo-se pública, aberta à sociedade e comprometida com o acesso democrático à arquitetura e ao urbanismo. Ao longo de sua trajetória, consolidou-se como espaço de reflexão, crítica e experimentação, voltado a debater as agendas contemporâneas e a aproximar a sociedade dos temas que moldam nossas cidades.

O pioneirismo do IAB na criação de um espaço internacional voltado exclusivamente à arquitetura inspirou iniciativas semelhantes em outros países. A própria Bienal de Arquitetura de Veneza, hoje uma das mais prestigiadas do mundo, foi estruturada posteriormente a partir de experiências como a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo de 1973, reafirmando o papel do Brasil como pioneiro e referência internacional na promoção de fóruns de debate sobre arquitetura e urbanismo.

Mais do que uma mostra de projetos, a Bienal de Arquitetura tradicionalmente propõe diálogo, crítica e participação, reafirmando-se como fórum aberto à diversidade, à escuta e à construção coletiva de conhecimento. Iniciativas que não se orientem por essa compreensão – a de um evento curatorial, público e propositivo – configuram formatos de natureza distinta, voltados a propósitos diferentes do interesse público e cultural que fundamenta o que se entende por uma Bienal.

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domingo, 8 de fevereiro de 2026

Trabalhos premiados premiação IAB MS 2025

PREMIAÇÃO IABMS 2025 TRABALHOS CLASSIFICADOS PARA FASE NACIONAL Os membros da Comissão Julgadora da Premiação IAB MS 2023 reuniram-se no dia 5 de dezembro de forma online para apreciar os trabalhos recebidos e procedem à avaliação de acordo com os critérios estabelecidos no “Edital” desta premiação, Foram inscritos 27 trabalhos no total e 27 homologados. ANÁLISE DA COMISSÃO JULGADORA Categoria I Edificações e Projetos 8 homologados 150- projeto - RESIDÊNCIA LUSI de Jordano Braga Valota 151- projeto- CENTRO DE VIDA SAUDÁVEL de Deborah Nazareth Alves 162- projeto - IGREJA DE SANTA RITA de Thiago de Jesus Marques Categoria II Interiores e Design 4 homologados 154- Projeto -SOFÁ AXIS ONE Rafael Castro 156- Projeto ONCOVITTA Deborah Nazareth Alves 157- Projeto ENCONTRO GUATÓ: IDENTIDADE E POESIA DO PANTANAL NA CASACOR MS Deborah Nazareth Alves Categoria III Urbanismo, planejamento e cidades 4 homologado 158- Projeto - HOSPITAL SANTA CASA Alana Colin Barbosa /Maria Lúcia Torrecilha (in memoriam) 143- Projeto - FLOR SOLAR Vivian Breier 161- Projeto - ENTRE SOL E SOMBRAS Gisele Aparecida Yallouz / Fernanda Friolli Pinto Categoria IVCultura Arquitetônica 6 homologados 136- Projeto -LIVRO PRODUÇÃO ARQUITETÔNICA DE RIO BRILHANTE Fabio Fernado Martins de Oliveira 137- Projeto - TEXTO URBANISMO COMO SAÚDE PÚBLICA Luis Eduardo Costa 160- Projeto – TEUÁ Tatiana de Freitas França Categoria V Praticas pedagógicas teve 5 homologados 142-Projeto- PRÁTICAS NÃO CONVENCIONAIS Alessandro Campos 148-Projeto- LAGOA ITATIAIA Victoria Delvizio / Maria Lúcia Torrecilha (in memoriam) 153- Projeto- TRAÇOS VERDES COMPOSIÇÃO DA PAISAGEM URBANA Gisele Aparecida Yallouz /Isadora Taborda Silva JURADOS Alan Silva Cury SP Cêça Guimarães RJ Farida Miray de Mira SC Gogliardo Vieira Maragno SC Vitória Andrade PE Olinda Beatriz T Meneghini Ariadne Gonçalves Carlos Lucas Mali

sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

domingo, 9 de novembro de 2025

JURADOS PREMIAÇÃO IAB 2025 ETAPA ESTADUAL





VITÓRIA RÉGIA DE LIMA ANDRADE,  é Arquiteta e Urbanista com MBA em Gestão Sustentável da Energia e Eficiência Energética pelo Mackenzie. Possui certificação internacional EUREM. É sócia diretora da CARDUS Estratégias Urbanas e Arquitetura, elaborando, há mais de 30 anos, Planos e Projetos de Reabilitação Urbana, Desenho Urbano, Arquitetônico, Restauro do Patrimônio Histórico e Energias Renováveis. Organizou e coordenou workshops e eventos na área. Ex-presidente do IAB PE. Foi coordenadora da FAUPE e professora de História da Cidade e da Arquitetura.



Alan Silva Cury Arquiteto e Urbanista com sólida carreira, sócio-diretor da Comurb SPU Ltda, e especialista em Arquitetura e Projeto Urbano pela FAU PUC Campinas (2005), onde também se graduou (2001). Possui vasta experiência em liderança e representação institucional, tendo atuado como Conselheiro do CAU/SP (2018-2020), Conselheiro Superior do IAB Nacional por vários anos, e Presidente do IAB Campinas (2012-2016).Sua atuação institucional se estende por importantes entidades como SECOVI, AELO e a Associação de Escritórios de Arquitetura de Campinas (AREA), além de representar a classe em conselhos municipais e estaduais (CMDU, CONDEPACC, CONSEMA e outros). No campo acadêmico, é palestrante em renomadas universidades no Brasil e em Portugal (Universidade de Aveiro, 2015 e Mosteiro do Pombeiro em Felgueiras, 2017) e participa frequentemente como convidado em bancas finais de graduação.Complementa sua trajetória como membro do Conselho Administrativo do Colégio Notre Dame de Campinas, contribuindo para decisões estratégicas da instituição.

Cêça Guimaraens é arquiteta e urbanista graduada na Universidade de Brasília - UnB, professora associada do Programa de Pós-graduação em Arquitetura – Proarq e do Mestrado Profissional em Projeto e Patrimônio – MPPP da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. Professora colaboradora do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual do Rio de Janeiro – DAU/UERJ é líder do Grupo de Estudos de Arquitetura de Museus, mestre em Teorias da Comunicação e da Cultura e doutora em Planejamento Urbano e em Museologia, tendo realizado estudos de pós-doutorado na New York University – NYU. Conselheira do Departamento do Rio de Janeiro do Instituto de Arquitetos do Brasil – IAB-RJ e do Conselho Municipal do Patrimônio Cultural da cidade do Rio de Janeiro, é pesquisadora do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq e autora de livros e artigos, dentre os quais se destacam Lucio Costa, um certo arquiteto em incerto e secular roteiro e Paradoxos entrelaçados: as torres para o futuro e a tradição nacional.


Farida Mirany de Mira

Arquiteta e Urbanista pela Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. Mestre em Patrimônio Cultural e Sociedade pela Universidade da Região de Joinville - UNIVILLE. Escritório de Projeto de Arquitetura e Urbanismo, onde trabalha com Planejamento e Projetos da Edificação, Planejamento e Projeto do Espaço Urbano/Rural, Planejamento e Projeto do Equipamento, com ênfase em adequação ambiental, atua principalmente nos seguintes temas: projeto, patrimônio, planejamento e requalificação urbana. Foi professora no Curso de arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário Católica de Santa Catarina de 1999 à 2013 e no Curso de Arquitetura e Urbanismo da Faculdade Metropolitana de Guaramirim -FAMEG/UNIASSELVI entre 2013 e 2017. Conselheira do Conselho Nacional de Política Cultural - CNPC. Membro da Comissão do Patrimônio Histórico, Arquelógico, Artístico e Natural de Joinville - COMPHAAN. Assessora no Centro de Direitos Humanos Maria da Graça Brás.


Gogliardo Vieira Maragno  Arquiteto e Urbanista pela UFPR, Mestre pela UFRGS e Doutor pela UPC - Univerdidad Politécnica de Cataluña. Professor recem aposentado pela UFSC, alem de ter atuado na UFMS,  Cesup/Uniderp, Católica de SC e Univali. Foi presidente da ABEA.Arquiteto e Urbanista pela UFPR, mestre em Arquitetura pelo Propar/Ufrgs, doutor em Arquitetura, Energia e Meio Ambiente pela Universidad Politecnica de Cataluña.Autor de projetos e obras nas áreas residencial, empresarial, educacional, entre outras. Foi socio proprietário de empresas de arquitetura em Campo Grande - MS e Londrina - PR.Docente de arquitetura e urbanismo nas áreas de conforto ambiental, projeto e representação gráfica em universidades privadas e públicas.Foi presidente da ABEA Associação Brasileira de Ensino de Arq. e Urb.Professor da UFSC.Conselheiro no CAU/SC onde coordenou em 2021 e 2022 a Comissão de Ensino e Formação.



RUBENS PIRES DO SANTOS

Formação Profissional: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo “Braz Cubas” - Mogi das Cruzes – dezembro de1978 – SP • Curso de Artes Plásticas – Museu Lasar Segall - 1979 • Curso de Pós-Graduação em Meio Ambiente - Gestão Ambiental Colégio Avante Garde Universidade Cândido Mendes-RJ - dezembro de 2002 – MS/RJ.  Curso de Arquitetura Hospitalar para Aldeias Indígenas, Capacitação para Plano diretor participativo e Avaliação de Impacto Ambiental.  Profissional autônomo edocente na Universidade Estácio de Sá ( 2019-2023)


Revista IAB 2020/2022



Revista IAB  2020/2022

segunda-feira, 27 de outubro de 2025

14ª Bienal de Internacional de Arquitetura

 A 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, realizada pelo Instituto de 

Arquitetos do Brasil (IAB), de 18/09 a 19/10/2025, alcançou resultados expressivos:


🔹 10,7 milhões de visualizações nas redes sociais
🔹 45 mil visitantes presenciais
🔹 3.200 participantes na programação pública
🔹 1.747 estudantes em visitas guiadas
🔹 580 trabalhos recebidos em chamada aberta
🔹 200 trabalhos expostos
🔹 170 atividades (palestras, mesas, oficinas, mostra de cinema)
🔹 30 países expositores
🔹 17 estados brasileiros representados

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

ESTÃO ABERTAS AS INCRIÇÕES PARA A PREMIAÇÃO IAB 2025


 O Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) está com edital da Premiação Nacional do IAB 2025, que visa reunir e reconhecer trabalhos em diferentes áreas da arquitetura e do urbanismo produzidos no Brasil. 



As inscrições poderão ser realizadas no site do IAB Inscrições, segundo os cinco Eixos:

 Edificações;

Arquitetura de  Interiores e Design;

 Urbanismo, Arquitetura da Paisagem, Planejamento e Cidades;

 Cultura Arquitetônica; 

 Práticas Pedagógicas.

Etapas

A premiação será realizada em duas etapas: Departamental, conduzida pelos Departamentos Estaduais e pelo Departamento Distrital, e Nacional, sob coordenação da Comissão Organizadora Nacional. Na Etapa Departamental, poderão ser premiados até três trabalhos por categoria. Na Etapa Nacional, serão até cinco trabalhos por eixo, sem hierarquia classificatória.

Participam desta edição os Departamentos do IAB no Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe. Nos estados sem edital próprio, as inscrições serão realizadas em Departamentos
vinculados, garantindo a participação de profissionais de todo o Brasil.

Estados sem Departamento ativo participam por meio de vinculação a Departamentos responsáveis.

IAB/CE — Ceará e Piauí

IAB/DF — Distrito Federal e Goiás

IAB/MA — Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará, Roraima e Tocantins

IAB/MG — Minas Gerais

IAB/MS — Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia

IAB/PB — Paraíba e Rio Grande do Norte

IAB/PE — Pernambuco

IAB/PR — Paraná

IAB/RJ — Rio de Janeiro

IAB/RS — Rio Grande do Sul

IAB/SC — Santa Catarina

IAB/SE — Alagoas, Bahia, Espírito Santo e Sergipe

IAB/SP — São Paulo

Confira o cronograma da edição 2025

18/09/2025 – Lançamento dos editais e início das inscrições (junto à abertura da 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo)

18/09 a 26/10 – Período de inscrições

27/10 a 07/12 – Julgamentos departamentais

Fevereiro a março de 2026 – Julgamento nacional

Até abril de 2026 – Cerimônia nacional de premiação


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EDITAL DEPARTAMENTAL IAB MS  - CLIQUE AQUI



Reunião CEAU CAU MS

 



No dia  22 de setembro de 2025, o CEAU CAU MS realizou uma reunião remota  para alinhamento  com os coordenadores de curso da IES do Estado de MS, com o objetivo de aproximar o conselho e entidades  da Universidades do estado.

Na ocasião estiverem presentes

 Coordenadora da |UNIDERP e  do CEAU, presidente do  IAB MS e coordenadora Adjunta do CEAU, presidente do SINDARQMS,  coordenação do Comissão de exercício profissional e coordenadores   das IES:  UNIGRAN CAPITAL, JARDIM, UCDB e ESTACIO DE SÁ.

Foram alinhados  encontros na universidades para  roda de conversa com os alunos para divulgar o conselho e as entidades e o papel de cada  entidade na sociedade. 



quinta-feira, 4 de setembro de 2025

Premiação IAB 2025












 I

O Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) está com edital da Premiação Nacional do IAB 2025, que visa reunir e reconhecer trabalhos em diferentes áreas da arquitetura e do urbanismo produzidos no Brasil. 


Inscrições

As inscrições poderão ser realizadas no site do IAB (iab.org.br), segundo os cinco Eixos:

 Edificações;

Arquitetura de  Interiores e Design;

 Urbanismo, Arquitetura da Paisagem, Planejamento e Cidades;

 Cultura Arquitetônica; 

 Práticas Pedagógicas.

Etapas

A premiação será realizada em duas etapas: Departamental, conduzida pelos Departamentos Estaduais e pelo Departamento Distrital, e Nacional, sob coordenação da Comissão Organizadora Nacional. Na Etapa Departamental, poderão ser premiados até três trabalhos por categoria. Na Etapa Nacional, serão até cinco trabalhos por eixo, sem hierarquia classificatória.

Participam desta edição os Departamentos do IAB no Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe. Nos estados sem edital próprio, as inscrições serão realizadas em Departamentos
vinculados, garantindo a participação de profissionais de todo o Brasil.

Confira o cronograma da edição 2025

18/09/2025 – Lançamento dos editais e início das inscrições (junto à abertura da 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo)

18/09 a 26/10 – Período de inscrições

27/10 a 07/12 – Julgamentos departamentais

Fevereiro a março de 2026 – Julgamento nacional

Até abril de 2026 – Cerimônia nacional de premiação


Edital Premiação IAB MS 2025









sexta-feira, 25 de julho de 2025

A REPRESENTATIVIDADE FEMININA NOS ESPAÇOS DE PODER


Em comemoração ao  DIA  NACIONAL DA MULHER ARQUITETA E URBANISTA o Instituto de arquitetos do Brasil Mato Grosso do Sul realiza Live com as mulheres que fazem a data acontecer. O evento acontece no dia 31 de Julho às 20 horas no horário de Brasília e será transmitido pelo YouTube IAB/MS. A representatividade feminina em espaços de poder refere-se à participação igualitária e efetiva de mulheres em cargos de liderança e tomada de decisões em diversas áreas, como política, empresas, ciência e justiça. Essa participação é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa, igualitária e democrática, onde as necessidades e perspectivas femininas sejam consideradas. 


NADIA SOMEKH


Professora Emérita da FAU Mackenzie é atualmente conselheira IPHAN.EX- Presidente do CAU Brasil, (2021/2023). Foi Presidente do CONPRESP e Diretora do Departamento de Patrimônio Histórico da Prefeitura Municipal de São Paulo (2013/2016), quando organizou a Jornada do Patrimônio. Foi Presidente da EMURB- Empresa Municipal de Urbanização de SP (2002/2004). Diretora  da FAU Mackenzie (2005/2009) e é pesquisadora produtividade CNPq. Professora convidada da Escola de Arquitetura Paris VAL DE Seine, recebeu do Governo da França a Palma acadêmica em 2018.É também autora do livro “ A Cidade Vertical e o Urbanismo Modernizador “ entre outros.   Conselheira do IAB SP de 2008 a 2017.

CAMILA LEAL

Camila Leal é urbanista arquiteta formada pela UFPB, mestre em desenvolvimento urbano pela UFPE e assessora técnica em arquitetura e urbanismo também pela UFPB.T em experiência nas áreas de planejamento urbano,  ensino e  concursos públicos de arquitetura e urbanismo. Foi membro da diretoria do IAB.pb em 2014-2016 e Conselheira Federal no CAU. Brasil pela Paraíba entre 2021 e 2023. Atualmente é consultora técnica da Secretaria Nacional de Periferias, do Ministério das Cidades, para o Mapa das Periferias. 


JOSEMEE LIMA


 Formada pela Universidade Federal de Alagoas em 1986 se especializou em Administração Pública e em Transportes e Engenharia de Tráfego. Atuou em diversas áreas do serviço público estadual exercendo funções como superintendente de Desenvolvimento Urbano, coordenadora de transportes públicos metropolitanos, coordenadora especial de infraestrutura, gestora de políticas públicas, no município como superintendente de transportes, diretora de engenharia de tráfego e coordenadora de projetos na prefeitura, além de coordenadora especial de projetos estratégicos para o Estado,  na iniciativa privada. Coordenou a comissão temporária de  equidade de gênero no CAU/AL  e hoje coordena a comissão de políticas afirmativas do CAU/BR

sexta-feira, 30 de maio de 2025

Patrimônio Arquitetônico; conhecer e preservar

 




Arquiteta e urbanista Juliana Junqueira 

Doutora em Arquitetura e Urbanismo junto ao Departamento de Projeto da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo - FAUUSP (2020), mestre em Arquitetura e Urbanismo pela FAUUSP (2014) na área de concentração "Projeto, Espaço e Cultura". Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2007). Entre 2021 e 2022 foi professora substituta na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), no Departamento de Projeto, História e Teoria da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. Possui experiência nas áreas de projeto de arquitetura, infraestrutura e ambiente construído. Integrante de  grupo de pesquisa. Representação dos lugares na cultura brasileira, sediado na FAUUSP. Suas pesquisas estão centradas atualmente na temática das Infraestruturas Urbanas Fluviais, no eixo da Hidrovia Paraguai-Paraná.

Arquiteta e urbanista Ana Isa Breno 

Possui graduação em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura de Barra do Pirai(1980), especialização em Ensino da Arquitetura pelo Centro de Ensino Superior Professor Plínio Mendes dos Santos(1992) e mestrado em Mestre em Arquitetura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul(2001). Atualmente foi  professora titular da Universidade Anhanguera - Uniderp e Arquiteta da Prefeitura Municipal de Campo Grande. Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Planejamento Urbano. Atuando principalmente nos seguintes temas: patrimônio, percepção ambiental.

NOTA PÚBLICA SOBRE A TRAJETÓRIA E A LEGITIMIDADE DO IAB À FRENTE DA BIENAL INTERNACIONAL DE ARQUITETURA DE SÃO PAULO.

Com mais de 50 anos de história a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo (BIAsp) tem sua origem na I Exposição Internacional de Ar...